Quem diz que a saudade é chuva
Que escorre pela vidraça
e quem diz que ela não passa
embora passe o amor,
quem diz que a saudade é folha
na correnteza do rio
quem diz que a saudade é frio,
que não cede ao cobertor
Quem diz que a saudade é chama
que o coração nos consome
quem diz que a saudade é nome
que em outras línguas não há
quem diz que a saudade é o tempo
que se guardou num retrato
substantivo abstrato
esforço para não chorar
Quem diz que a saudade é roxa
quem diz que a saudade é triste
e quem diz que não existe
quem a possa definir,
não sabe o que é saudade.
Saudade é mais do que isso...
Saudade é como um feitiço...
Saudade é... a falta de ti.
- Antônio Roberto.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Livre de Mim... Apaixonado por Você!
Consegui ficar livre de mim
Deus escutou meu reclamo
Já posso sorrir
Gritar ao mundo que amo!
Inacreditável seria...
Não fosse esse olhar de cristal,
Através dele veria
Que o mundo é real!
Consegui ficar livre de mim
Deus escutou meu reclamo
Já posso sorrir
Gritar ao mundo que amo!
Inacreditável seria...
Não fosse esse olhar de cristal,
Através dele veria
Que o mundo é real!
Não existe fantasia
Nada mais me faz sonhar
Vivo a plena poesia
Conjugando o verbo "Amar"!
... No presente que a vida me deu
... Nos passos lado a lado
Ombro amigo e o seu... Coração apaixonado!
Solidão não há distância
Que me fará mais sentir
Porque respiro a fragrância... Doce sorrir.
Estou livre de mim... Apaixonado por você!
- Hélio Bulhões Mayerhofer
Nada mais me faz sonhar
Vivo a plena poesia
Conjugando o verbo "Amar"!
... No presente que a vida me deu
... Nos passos lado a lado
Ombro amigo e o seu... Coração apaixonado!
Solidão não há distância
Que me fará mais sentir
Porque respiro a fragrância... Doce sorrir.
Estou livre de mim... Apaixonado por você!
- Hélio Bulhões Mayerhofer
terça-feira, 25 de setembro de 2012
sábado, 22 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Clube 33 Rotações - Próximo Encontro 19/09!
Atenção pessoal: Está chegando o dia do nosso
próximo encontro, do Clube 33 Rotações! Será no dia 19/09 (Próxima
Quarta), na Rua João Pessoa 18, no centro de Campos! Nossos encontros
são voltados para os amantes da música, para os apaixonados pelo disco
de Vinil e pelo som da vitrola! Teremos bate-papo, ouviremos muita
música boa e ainda teremos queijos e vinhos á disposição! A entrada é
franca e você é nosso convidado!
Quase...
É o quase que me incomoda,
que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido
e não foi.
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)
Quem quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda, quem quase morreu está vivo, quem quase amou não amou.
Basta pensar nas oportunidades que escaparam pelos dedos, nas chances que se perdem por medo, nas idéias que nunca sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono.
Pergunto-me, às vezes, o que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto. A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abraços, na indiferença dos "Bom dia", quase que sussurrados. Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz.
A paixão queima, o amor enlouquece, o desejo trai.
Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor, sentir o nada, mas não são. Se a virtude estivesse mesmo no meio termo, o mar não teria ondas, os dias seriam nublados e o arco-íris em tons de cinza.
O nada não ilumina, não inspira, não aflige nem acalma, apenas amplia o vazio que cada um traz dentro de si.
Não é que fé mova montanhas, nem que todas as estrelas estejam ao alcance, para as coisas que não podem ser mudadas resta-nos somente paciência porém,preferir a derrota prévia à dúvida da vitória é desperdiçar a oportunidade de merecer.
Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você. Gaste mais horas realizando que sonhando, fazendo que planejando, vivendo que esperando porque, embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu.
(Autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo, mas que ele mesmo diz ser de Sarah Westphal Batista da Silva, em sua coluna do dia 31 de março de 2005 do jornal O Globo)
sábado, 8 de setembro de 2012
´s
de Vinil e ter uma boa conversa sobre a cultura da nossa região!
Assistam e conheçam um pouco mais de nós!
Assistam e conheçam um pouco mais de nós!
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Som de Vitrola!
Dê uma pausa no seu mundo virtual e abstrato, pausa no controle remoto, etc... E venha curtir o Som de Vitrola!
Venha viver momentos de calmaria, apreciar o ritmo e a paixão presentes no som do Vinil!
Nós do Clube 33 Rotações, estamos te esperando no nosso próximo encontro, dia 19/09, durante todo o dia!
Teremos como sempre um bom bate-papo, troca de idéias e venda de Vinil!
Anote o endereço: Rua João Pessoa, 18, no centro de Campos!
Você é nosso convidado mais que especial!
Matéria para a Folha da Manhã - 05/09
Nesta quarta feira (05/09), A livreira Hilda Carvalho, proprietária da Diálogo & Cultura, mais uma vez abriu as portas do seu acervo de LP´s de Vinil. Dessa vez, foi para uma entrevista para o jornal Folha da Manhã! Foi mais uma oportunidad
e
para divulgar a cultura do vinil em nossa cidade, relembrar boas
histórias e ouvir boa música! A matéria está prevista para ser publicada
na edição do próximo domingo, 09/09.Leia e conheça um pouco mais de
nós!
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
MEIRELES, Cecília
Não deixe portas entreabertas. Escancare-as ou bata-as de vez. Pelos vãos, brechas e fendas, passam apenas semiventos, meias verdades e muita insensatez.
Lendo e Viajando...
Bem aqui, na minha mochila eu levo tudo!
Eu levo gente, eu levo idéias, eu levo paixões...
Eu levo tristezas e alegrias, eu levo perdas e ganhos.
Eu levo mais do que deveria, levo menos do que gostaria...
Eu levo o meu mundo, que se transforma à toda hora, quando viro suas páginas!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Homenagem a Nelson Rodrigues - - Sidney Garambone, Jornalista
"Toda e qualquer tentativa de homenagear
Nelson Rodrigues com o próprio punho é natimorta. Não há pena nem tablet capaz
de transformar nossa condição de capacho sob o maior de todos. Foi ele o mais
visceral dos cronistas. O maior dos alquimistas. Que transformou peladeiros em
heróis, craques em semi-deuses, torcedores em Homeros. O jeito foi
reler “A Pátria em Chuteiras” e selecionar frases diversas, de diferentes
crônicas publicadas nos anos 50. E assim, abaixo, de forma orgulhosamente
covarde, homenagear Nelson com as palavras do próprio Nelson. Cada vez mais
atuais."
No dia em que a criatura humana perder a capacidade de admirar, cairá de quatro, para sempre. Eu só acredito nas coisas que arrancam lágrimas. Outrora, cada acontecimento tinha um Homero à mão, ou um Camões, ou um Dante. Recheado de poesia, entupido de rimas, o fato adquiria uma dimensão nova e emocionante.Todos os torcedores de futebol se parecem entre si como soldadinhos de chumbo. Têm o mesmo comportamento e xingam, com a mesma exuberância e os mesmos nomes feios, o juiz, os bandeirinhas, os adversários e os jogadores do próprio time.
A recentíssima jornada do escrete brasileiro em canchas européias. Foi algo de patético. Imersos até o pescoço numa vil modéstia, lá partiram os nossos craques para aprender na Europa. Há quem diga, inclusive patrícios nossos: – “O Brasil não tem caráter! O Brasil não tem moral!”. Eu sempre digo que sem alma não se chupa nem um Chicabon. A glória de um craque vive, não dos jogos de rotina, mas dos clássicos eternos. O torcedor não se lembra das peladas, mas tem uma memória implacável para as batalhas decisivas. Eis a verdade – há certos estados em que um time deixa de irritar, de enfurecer e passa a suscitar, tão somente, uma profunda compaixão. Mas eu confesso: – prefiro a blasfêmia, a praga, o nome feio e, enfim, a cólera, do que esse “coitadinho” quase terno e quase lírico, que ofende mais que uma cusparada.
Em 50, quase houve um suicídio nacional quando não fomos campeões do mundo. Éramos, todos nós, brasileiros, uma nação que quase toma formicida. Pois bem: – e em 58, ao conquistarmos o título, eis que houve, aqui, um hábito instantâneo à glória jamais imaginada. O nosso pileque cívico durou até o desembarque do escrete. Já no dia seguinte, porém, havia os descontentes, os fartos, os saturados. Sim, amigos: – o brasileiro reage ao bem que lhe fazem com uma gratidão amarga e quase ressentida. Mas eu vos digo: foi talvez necessária e benéfica a humilhação. Também o campeão do mundo precisa levar na cabeça para despertar. É possível que a seleção do Brasil volte a ser a melhor que já apareceu na Terra.
A venda de Discos de Vinil tem crescido assustadoramente, no Brasil e no mundo! Pelo sexto ano consecutivo, milhões de pessoas estão retornando para o vinil e outros da nova geração, estão descobrindo agora o charme e a paixão que envolve esse formato de mídia! Aqui na livraria e sebo Diálogo & Cultura, você encontra um acervo impressionante, com os maiores nomes da música nacional e mundial! Temos discos na promoção, a incríveis R$ 2,00 reais cada! E temos também discos raros, para colecionadores, com ótimos preços! Venha conferir nosso acervo e se surpreender! Estamos na rua Dr. Lacerda Sobrinho 83, em frente ao restaurante popular, no centro de Campos!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Fama e conspiração: morte de Elvis Presley completa 35 anos!
Nesta quinta-feira (16) a morte de Elvis Presley completa 35 anos e a cena promete se repetir - como nas últimas três décadas: milhares de fãs desembarcam em Memphis, no Estado do Tennessee, para, de alguma forma, prestigiar o Rei do Rock.
Para marcar a data, foi criada a Elvis Week, uma semana dedicada a eventos e homenagens a Elvis, que começou na última sexta-feira (10) e só termina no sábado (18), com a estimativa de reunir mais 75 mil pessoas. Entre as atrações está um concurso de sósias e um tributo ao cantor, este que será realizado em um grande estádio de Memphis, com a presença de Priscilla e Lisa Marie Presley - viúva e filha de Elvis, respectivamente.
Trajetória
Nascido em 8 de janeiro de 1935, Elvis Aaron foi o único sobrevivente de dois filhos gêmeos do casal Vernon Elvis Presley e Gladys Love Smith Presley, nascido na cidade East Tupelo no estado do Mississippi.
Na época de seu nascimento, os Estados Unidos viviam uma série de conflitos raciais, e o Mississippi era considerado o epicentro das confusões entre negros e brancos. Em 1936, um furacão devastou a cidade e pessoas de todas as raças se uniram para reconstruir a região.
Em meio à pobreza e dificuldades da vida de Elvis, seu pai foi preso quando ele tinha apenas dois anos, por estelionato. Sua família foi despejada e Gladys e Elvis foram morar com os pais de Vermon.
Desde pequeno frequentou os cultos da Assembleia de Deus, o que influenciou em sua formação musical. O resultado começou a aparecer quando Elvis tinha 10 anos e ficou em segundo lugar de um concurso de novos talentos. Aos 11 anos ganhou um violão, que se tornou seu "parceiro" durante todo o dia - inclusive enquanto estava na escola.
Em
Sucesso
Sua carreira profissional começou em julho de 1954, ano considerado o "marco zero" do rock 'n' roll, quando decidiu entrar em estúdio para gravar algumas faixas - foi nessa época que That's All Right, Mama encantou o dono da Sun Records. Dias depois, e após algumas gravações, duas músicas de Elvis começaram a tocar nas rádios de Memphis e se tornaram sucesso imediato. Dez dias depois fez seu primeiro show na cidade.
Não demorou muito e Elvis emendou diversos programas de rádios, aparições em programas de TV e, consequentemente, veio o sucesso. Mystery Trai chegou em 11ª colocação na parada da Billboard, Baby, Let's Play House chega ao 5º lugar e I Forgot To Remember To Forget chegou, finalmente, ao topo da parada.
Em 1956 não tinha mais jeito: Elvis Presley havia se tornado um fenômeno, com um estilo que misturava os mais diversos tipos de influência musical e suas apresentações sensuais e empolgantes, que quebravam os pré-conceitos de uma sociedade norte-americana preconceituosa e conservadora.
Elvis e Priscilla
Em 1959, enquanto servia o Exército dos Estados Unidos e uma base militar na Alemanha, conheceu Priscilla Beaulieu, filha do capitão. Na época, ela tinha 14 anos e, Elvis, 25 anos. Mantiveram um relacionamento por dois anos, quando Elvis voltou para a América, continuando em contato com a namorada por cartas e telefone, até 1962, quando ela deixou a Europa para morar na mansão do cantor.
Nesta época, Elvis se dedicava muito à carreira cinematográfica e seus filmes eram sucesso absoluto. Entre os destaques estavam Flaming Star, Follow That Dream, Fun in Acapulco e Viva Las Vegas, este último com Ann-Margret, uma sueca por quem se apaixonou. Os rumores de uma provável traição abalaram a relação com Priscilla.
Apesar das "crises", em 1966 ele pediu a namorada em casamento, oficializando a união em maio de 1967. Nove meses depois, o casal teve uma filha, Lisa Marie, com quem Elvis mantinha um vínculo muito forte, que permaneceu até sua morte. Elvis e Priscilla se separaram em 1972, por não suportar a ausência do marido e os rumores de traição.
Auge
Em 1969, após oito anos, Elvis retornou aos palcos e manteve o ritmo de shows - e o sucesso de público e crítica - até 1977. Durante esse período, chegou ao cume de sua carreira, com mais de mil show realizados, uma performance mais madura e com muitas gravações produtivas, como Suspicious Minds e In The Ghetto.
Na década de 70 fez shows com recorde de público, lançou um documentário de sucesso, foi recebido na Casa Branca pelo então presidente Richard Nixon, voltou ao topo das paradas musicais de todo o mundo e recebeu diversos prêmios, incluindo seu segundo Grammy.
Já solteiro, em 1972, conheceu a Miss Tennessee Linda Thompson. O romance deu um ânimo à vida e carreira de Elvis - que considerava o divórcio com Priscilla o segundo maior "baque" após a morte de sua mãe. Em 1974 começou a dar sinais de cansaço e sofria com os problemas de saúde.
Apesar da vontade de diminuir o ritmo, Elvis fez turnês muito intensas em 1975 - e chegou a ser hospitalizado duas vezes. Em 1976 se separou de Linda e há duas versões para o rompimento: uma é que Elvis não teria gostado de fotos que ela fez dentro de sua mansão e vendido para uma revista; a segunda é que Linda não aguentava o ritmo frenético da vida de Elvis e seu vício em remédios de venda controlada.
Pouco depois conheceu Ginger Alden, com quem namorou até o dia de sua morte. Em 1977, mais magro (muitos apostavam que o motivo seria o novo relacionamento), Elvis realizou shows regularmente, apesar dos problemas de saúde. No dia 26 de junho daquele ano, ele fez o último show de sua carreira, em Indianápolis, antes de tirar alguns dias para descansar, enquanto preparar sua próxima turnê, que começaria no dia 18 de agosto.
A morte
Sempre trocando o dia pela noite, Elvis Presley foi ao dentista às 23h do dia 15 de agosto. Voltou realizou algumas atividades em sua mansão, antes de se deitar por volta das 4h. Na época, Ginger Alden contou que ele se levantou às 10h para ir ao banheiro e lá ficou até às 14h, quando ela o encontrou caído no chão.
Ela pediu ajuda, mas era tarde demais. Mesmo assim, uma ambulância foi chamada ao local, na tentativa de ressuscitá-lo. A filha Lisa, na época com nove anos, ficou em estado de choque com toda a cena e telefonou para a ex-namorada de Elvis, Linda Thompson. "Ela repetia sem parar: 'meu pai morreu, meu pai morreu!'", contou ela em diversas entrevistas, sempre emocionada.
Às 15h30 Elvis foi declarado oficialmente morto. O motivo teria sido um colapso fulminante, decorrente de um problema cardíaco - a necrópsia também apontou a ingestão de oito ou mais drogas (incluindo morfina). A notícia causou comoção mundial e, nos Estados Unidos, muitos transtornos, como linhas telefônicas congestionadas, estoque de flores esgotado em todo o país e caos nos aeroportos, com voos lotados vindos de todos os Estados.
Elvis não morreu
Como todo grande mito da cultura pop dos Estados Unidos - como Marilyn Monroe, James Dean e Michael Jackson -, as teorias conspiratórias caminham lado a lado com a ideia de marca que esses ícones carregam mesmo depois de sua morte. Com Elvis não foi diferente: há os que acreditam e os que garantem terem provas de que ele está mais vivo que nunca!
Alguns defendem a ideia de que ele era um agente que investigava o tráfico nos Estados Unidos e a encenação de sua morte aconteceu para que ele continuasse em segurança com uma nova identidade, depois de prender um poderoso chefe da máfia.
Outra coisa que levantou suspeitas é que a certidão de nascimento do Rei do Rock está escrito Elvis Aron Presley e em seu túmulo o nome do meio tem uma diferença: Elvis Aaron Presley.
Alguns dizem que o funeral foi feito com um boneco de cera e outros se espantam que seu seguro de vida nunca foi ativado para recebimento.
Outra teoria é que logo após sua morte, um homem que dizia se chamar John Burrows - e muito parecido com Elvis - foi visto comprando passagens para Buenos Aires. Esse seria um pseudônimo que ele usava em viagens, como em uma operação do FBI, em que ele se ofereceu para ser informante sobre o comportamento ilegal de pessoas famosas. Um site publicou, inclusive, a suposta foto de Elvis na Argentina.
Verdade ou não, fato é que muitos se recusam a aceitar a morte de seu ídolo ou preferem achar uma maneira de mantê-lo vivo. Enquanto teorias (re)aparecem, não há como negar a importância da figura de Elvis Presley - que chocou uma geração conservadora e reacionária, uniu negros e brancos e é considerado por muitos historiadores como um dos maiores nomes da chamada "última grande revolução cultural". Teorias, fatos ou boatos, não restam dúvidas: Elvis ainda vive.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
A SOCIAL-DEMOCRACIA!: Tenda dos milagres (Jorge Amado)
A SOCIAL-DEMOCRACIA!: Tenda dos milagres (Jorge Amado): Rosa sempre chega assim, inesperada, vem de súbito. Da mesma forma inconseqüente desaparece... Fuxicos, arengas, xeretices, pois em ver...
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Um Pouco da Nossa História - Campos dos Goytacazes
O Município de Campos dos Goytacazes, situado ao norte do Estado do Rio de Janeiro, foi fundado em 28 de março de 1835, mas sua história pode ser contada desde meados do século XVI, "quando Dom João III doou a Pero Gois da Silveira a capitania de São Tomé, cujo nome posteriormente passou a Paraíba do Sul. Com a chegada dos portugueses a região, começou a luta com grupos indígenas da etnia goitaca, que habitava as aldeias lacustres, porém não se desenvolveu um processo ocupacional. Em 1627, por ordem da Coroa Portuguesa, a Capitania de São Tomé foi dividida em glebas, doadas a sete capitães portugueses, alguns deles donos de engenho na região da Guanabara, efetivando a ocupação. Em 1650 foi implantado o primeiro engenho em solo campista. Visconde d'Asseca funda a vila de São Salvador dos Campos dos Goytacazes em 1677, dominando a região por quase um século. Neste período há grande expansão pecuária. Em 1750 ocorre a queda dos Assecas e a partir daí a expansão da cana-de-açúcar, possível pela divisão dos grandes latifúndios.
A introdução do primeiro engenho a vapor na região, em 1830, trouxe grande transformação no processo de produção de açúcar. "A elevação da vila a condição de cidade somente veio a ocorrer em 28 de março de 1835. O aparecimento da ferrovia, em 1837, com a inauguração do trecho Campos-Goitacazes; e posteriormente em direção ao trecho Norte-Sul, facilitou a circulação, transformando o município em centro ferroviário da região.
Em 1877, são implantados na região os engenhos centrais (usinas), e inicia-se o processo de urbanização. Em 1890, o território do município já estava reduzido praticamente as fronteiras atuais, e a partir desta época o comando da vida cultural: da região passa dos solares rurais para o núcleo urbano. No início deste século a cidade consolida-se como núcleo de movimentação econômica e social, a partir daí são desenvolvidas medidas de saneamento na região com ampliação da rede de esgoto e melhorias nos serviços de abastecimento de água.
O desenvolvimento recente, embora ainda ligado a indústria canavieira se direciona em outros rumos, favorecido pelo surgimento de pequenas empresas, da melhoria de suas atividades comerciais e de serviços para o que também contribuiu, sem dúvida, a atividade petrolífera na plataforma continental."(trechos extraídos do Guia das Confecções de C.G.).
A cidade possui uma rede de serviços completa, com diversos bancos, hotéis, restaurantes, faculdades, escolas, clínicas, etc. O município possui 9 hospitais, dentre os quais: Hospital dos Plantadores de Cana, Santa Casa de Misericórdia e Sociedade de Beneficência Portuguesa de Campos. Na área da comunicação, Campos dispõe de duas emissoras de televisão, além de diversas emissoras de rádio e jornais locais. Campos possui várias linhas de ônibus que interligam seus diversos bairros e distritos mais longínquos, como Santo Eduardo e Santa Maria. Existem, também, diversas linhas inter-municipais e inter-estaduais, dentre elas para o Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, além de capitais e cidades do Nordeste.
A introdução do primeiro engenho a vapor na região, em 1830, trouxe grande transformação no processo de produção de açúcar. "A elevação da vila a condição de cidade somente veio a ocorrer em 28 de março de 1835. O aparecimento da ferrovia, em 1837, com a inauguração do trecho Campos-Goitacazes; e posteriormente em direção ao trecho Norte-Sul, facilitou a circulação, transformando o município em centro ferroviário da região.
Em 1877, são implantados na região os engenhos centrais (usinas), e inicia-se o processo de urbanização. Em 1890, o território do município já estava reduzido praticamente as fronteiras atuais, e a partir desta época o comando da vida cultural: da região passa dos solares rurais para o núcleo urbano. No início deste século a cidade consolida-se como núcleo de movimentação econômica e social, a partir daí são desenvolvidas medidas de saneamento na região com ampliação da rede de esgoto e melhorias nos serviços de abastecimento de água.
O desenvolvimento recente, embora ainda ligado a indústria canavieira se direciona em outros rumos, favorecido pelo surgimento de pequenas empresas, da melhoria de suas atividades comerciais e de serviços para o que também contribuiu, sem dúvida, a atividade petrolífera na plataforma continental."(trechos extraídos do Guia das Confecções de C.G.).
A cidade possui uma rede de serviços completa, com diversos bancos, hotéis, restaurantes, faculdades, escolas, clínicas, etc. O município possui 9 hospitais, dentre os quais: Hospital dos Plantadores de Cana, Santa Casa de Misericórdia e Sociedade de Beneficência Portuguesa de Campos. Na área da comunicação, Campos dispõe de duas emissoras de televisão, além de diversas emissoras de rádio e jornais locais. Campos possui várias linhas de ônibus que interligam seus diversos bairros e distritos mais longínquos, como Santo Eduardo e Santa Maria. Existem, também, diversas linhas inter-municipais e inter-estaduais, dentre elas para o Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Vitória, além de capitais e cidades do Nordeste.
Soneto de Fidelidade
Vinicius de Moraes
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Vinicius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Por que o vinil voltou à moda?
Essa discussão vai longe...
Essa semana no MTV Debate o tema foi: “Porque o vinil voltou à moda?”. Praticamente todas as “vertentes” que hoje estão ligadas ao vinil estavam a mesa.
Os participantes do debate foram: Daniel Vaughan (Viva o Vinil), Fabricio Nobre (Monstro Discos), Luiz Calanca (Baratos Afins), Rodrigo Brandão (ex-VJ da MTV e vocal do Mamelo Sound System), Dj Carlo Dall Anese, Rodrigo Favero (audiência).
Eles comentaram sobre o mercado de vinil, Serato, mp3, música, a fábrica de vinil no Brasil e muito mais! Confira aqui!
E você acha que o vinil volta com tudo ou virou item de colecionador? Por que o vinil voltou à moda? Deixe o seu comentário!
por Daniel Soares
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Loucos e Santos
Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas
pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.
Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor... Lembre-se. Se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor com ele você conquistará o mundo!
Albert Einstein
Diálogo & Cultura
Um local onde
se compra, troca e vende, livros em geral, revistas, gibis antigos, fotos
antigas da Cidade de Campos dos Goytacazes, gravuras antigas, peças de
porcelanas, peças de ferro do tempo dos escravos, instrumentos musicais
antigos, toca-discos, discos de vinil, LP’s e Compactos, cédulas antigas,
moedas antigas, selos, estampas, estampas Eucalol, placas antigas de
bicicletas, miniaturas variadas, rádios antigos, relógios de parede antigos,
chapéus de épocas, ferros de engomador em brasas, projetor de filmes, pilão
antigo, lamparinas, lanternas e lampiões a querosene, telefones antigos,
bonecas antigas, máquinas de escrever antigas, pequenos móveis antigos, etc...
Além de
vender tudo isto, a livraria sempre esteve em efervecência cultural, como
objetivo de manter esta chama acesa, incentivando e divulgando todo e qualquer
segmento artístico não só regional, mas também nacional.
Daí nasceram
e foram realizados os seguintes projetos culturais:
_ A Doce
Terceira Idade.
_ Prevenção
às drogas.
_ Educação
para o Trânsito.
_ Esporte em
Campos.
_ Nome das
Ruas de Campos.
_ Exposição
de Livros que contam a História de Campos.
_ Encontros
para debates de temas importantes.
_ Música no
meio dos Livros.
_ Noite do
Diálogo Musical; (com regional composto de Banjo, Violão, Cavaquinho, Pandeiro
e Acordeon.).
_ Um Violino
entre os Livros.
_ A Noite do
Sarau Campista; (com poesia falada, dança de salão, dança do ventre, Grupo de
chorinho, brincadeiras com sorteios de prêmios.).
_ Exposição
de pequenos móveis antigos; ( radiolas, relógios Carreirão, Pilão antigo,
lustres, fotos de Campos antigas), também com a intenção de mostrar um pouco da
História de nossa Campos e região, porque não podemos deixar que morra a
grandiosidade de nosso passado.
_ Concurso de
Livro Infantil Artesanal, para estimular a produção literária e a leitura nas
crianças.
_ Oficina de
poesia.
_ Aulas,
orientações e estimulação sobre o jogo de Xadrez.
_ Encontros e
palestras sobre Noel Rosa.
_ Encontros e
palestras sobre Guimarães Rosa.
_ Encontros e
palestras sobre José Cândido de Carvalho.
_ Encontros e
palestras sobre Vinícius de Moraes com a escritora Elenice Castro.
_ Encontros e
Palestras com Artista Global, de novelas como Eduardo tornaghi, a cantora da
jovem guarda Elizabete, o lutador diabo loiro do telequete.
_ Manhã de
autógrafo com escritores Clóvis Bulcão, Avelino Ferreira, Marília Bulhões, Lysa
Castro e tantos outros.
_ A Feira do
Vinil grande sussesso.
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